A alternância de produtividade de várias espécies de árvores frutíferas é conhecida por todos que lidam com seus pomares. Atinge não apenas as frutíferas, mas também cafezais, olivais e outras espécies.
O fenômeno também é conhecido como bianualidade. Ou seja: Um ano a produção é boa, no ano seguinte é reduzida, podendo, em casos extremos, ser quase zero.
O conceito mais aceito quanto a esse comportamento é de que em um ano as oliveiras esgotam suas reservas de nutrientes, como nitrogênio orgânico e outros. No ano seguinte a árvore volta a cumular suas reservas. Baseado nessa ideia, muito preconizam mitigar a alternância com uma super dosagem de nutrientes antes da hibernação, ou seja: ao final do período de colheita, ou até mesmo ao final da floração.
Outra corrente afirma que a poda corretamente aplicada e disponibilização de água (rega) são ações capazes de diminuir os efeitos da alternância.
Consequências econômicas
O desequilíbrio bianual de produção leva dificuldades na aplicação de mão de obra e outros recursos relacionados desde a colheita a colocação dos produtos finalizados no mercado, passando por custos trabalhistas, aquisição de insumos de produção, disponibilidade de equipamentos e itens de produção até o custo de marketing.
Entendendo um pouco melhor o assunto e onde mais afeta
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