Apesar da oliveira não ser uma espécie nativa do Egito, existem relatos de historiadores gregos antigos que contam sobre a existência delas entre os anos 1500-1300 a.C.. Alguns retrocedem a 1.985 a.C. baseados em vestígios arqueológicos.
No Egito há nos quais o faraó Ramsés III (1.217 a 1.155 a.C. – estimado) teria tentado fomentar a cultura durante seu reinado, contudo sem sucesso. Manteve-se a importação do azeite para fins culinários e produção de perfumes. Vários foram os países exportadores ao Egito durante muitos séculos. Desde a Palestina e Síria, através da Cananéia, e a Andaluzia sob domínio Mouro em tempos mais modernos (700 a 1.400 d.C).
Imagens e resquícios arqueológicos indicam o uso da oliveira como ornamentação real. Na tumba de Tutankamon (1 341 a.C. — c. 1 323 a.C.) foram encontrados ornamentos e guirlandas feitas com ramos de oliveira.
O azeite também era utilizado como unguentos e como matéria prima para outros produtos, como o perfume, e preparação dos corpos dos mortos ricos e como bagagem, assim como a azeitona, para viagem pós vida.
Fragmento de pintura de oferta de ramos de oliveiras com azeitonasImagem de colheita sendo feita com bastões e manualmente
A data do início da oleicultura no Egito é um assunto controverso. A maioria dos egiptologistas sugere que era a da agricultura intensiva foi entre o Reino Médio (2055 – 1650 a.C.) e Novo Reino (1550 – 1069 a.C.). Mais especificamente na XIX Dinastia (1295 – 1069 a.C.) , e entre as dinastias XVII – XX e durante o período Ramesside (XIII – XII a.C.).
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