O começo
A história da Olivicultura na China começou na década de 1960. Contudo, em 1970, através de um acordo com a Albânia, ocorreu uma evolução crucial que determinou a real intenção do país quanto a cultura.
Ocorreu um salto de 70.000 árvores plantadas em 1973 para 23 milhões de árvores em 1980.
Certamente a Albânia apresentou vantagens econômicas, e a China dificilmente poderia ter escolhido um melhor parceiro. A Albânia é dos mais antigos produtores de azeitonas e azeite do mundo, onde o início do cultivo se perde na história da própria domesticação da Olea europaea – a oliveira.
A olivicultura na Albânia está tão arraigada, que o número de árvores corresponde a 60% do número de pessoas. Cada habitante consome 4,6 litros de azeite por ano. Ou seja, a China fez uma excelente escolha para a parceria. Veja a primeira parte da publicação “45 países que produzem azeite e que talvez você não saiba“.
A aderência da cultura
A China também iniciou há algumas décadas o cultivo de vinhas visando a produção de vinhos, parente cultural do azeite de oliva. Nada mais lógico, pois representam as culturas mais antigas que o ser humano carrega em sua história. Podemos dizer que poucas commodities mantém a procura estável como o azeite e o vinho por tantos séculos, mas nenhuma tão saudável quanto o azeite e tão alegre quanto o vinho.
Não podemos duvidar da fome com que os chineses vem para cima da produção e consumo de azeite. Em 2013, já eram 39 milhões de oliveiras plantas. Em 2018, a China alcançou e ultrapassou o número de oliveiras plantas de Jaén, na Espanha, que atualmente possui 59 milhões de árvores!!!
Localização e clima
A China, além de possuir grande parte do seu território entre as latitudes clássicas para o cultivo das oliveiras, ainda possui um regime de chuvas durante o verão muito melhor que o europeu. As principais áreas produtoras são:
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