Poderíamos dizer que a produção de azeitonas/azeite na China demorou a acontecer, pois além do clima adequado ao cultivo, a China possui uma cultura agrícola antiga e desenvolvida. Além disso, sua distância do centro de origem da cultura das oliveirias – Ásia Menor – não é tão grande assim. Talvez sua história de isolamento cultural seja a principal responsável por esse “atraso”.
Apesar de na década de 1960 já existirem oliveiras plantadas na China, foi na década de 1970, através de um acordo com a Albânia, que a olivicultura começou a crescer.
O crescimento pode ser atribuído a alguns fatores como por exemplo a notoriedade que o azeite tem atingido nos meios de comunicação como fator de saúde, mais chineses estão viajando pelo mundo (inclusive a países do mediterrâneo) e por fim a melhoria do azeite com conhecimento adquirido com a contração de profissionais estrangeiros. Tal melhoria já é reconhecida no exterior através de prêmios obtidos em concursos internacionais.
Outro fator que não pode ser ignorado é o investimento que a China tem feito em equipamentos, bem como em pesquisa e desenvolvimento. Já são 17 cultivares desenvolvidos, que apesar de não terem expressão comercial, são experiências que tem como objetivo desenvolver um cultivar capaz de fornecer um produto nacional de alta produtividade e qualidade.
A olivicultura na China de desenvolve principalmente em duas regiões: no sul da província de Gansu, no vale do Rio Bailong; e no Vale do Rio Jinsha (Rio das Areias Douradas) que fica na fronteira entre as províncias de Yunnan e Sichuan.
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