Já falamos um pouco sobre a escolha de mudas nas publicações “Plantio – Parte II: Quase plantando(www.olivapedia.com/plantio-parte-ii-quase-plantando)” e em “Escolha do Cultivar – Fundamental no resultado futuro (www.olivapedia.com/escolha-do-cutivar). Dessa vez vamos focar na origem da muda: Idêntica a matriz ou diferente.
Importância da escolha
A aquisição de mudas dos cultivares desejados é uma das primeiras etapas a ser realizada para quem decidiu iniciar ou ampliar um olival. Esse desafio aumenta à medida que a dimensão do empreendimento cresce.
Caso a ideia seja a produção comercial, então será uma atividade que acompanhará para sempre o empreendimento.
É fundamental plantas de uma qualidade genética boa, caso contrário, será certo o não melhor resultado.
Retorno na escolha das mudas
Lembremos que o tempo de retorno de um investimento em um olival é lento. Trata-se de uma árvore que, em média, demora 10 anos para atingir a maturidade produtiva. Ou seja: Não existe muita margem para plantar árvores com uma genética ruim.
Em olival visando que vise a produtividade, a atividade de seleção de muda e plantio de novas árvores nunca acabará. Isso se deve a diversos fatores, como por exemplo: expansão do olival, morte de uma árvore, remanejamento, indivíduo pouco produtivo, ou outra razão.
Importância da escolha de mudas que serão árvores produtivas
Além da escolha do cultivar cujo comportamento agronômico atenda as expectativas de produção e seja adequado ao local de plantio, a escolha de uma boa muda trará resultados satisfatórios e poderá ser considerada como matriz no futuro para reprodução.
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