Objetivo dessa publicação – Oliveiras de Portugal

Essa publicação tem como objetivo uma visão geral dos cultivares das Oliveiras de Portugal, principalmente os mais difundidos, comparando os 30 registrados como autóctones do país.

Como já contamos e “Oliveiras pelo mundo: Portugal”, as oliveiras chegaram a Portugal muito antes do reconhecimento do “Reino de Portugal” acontecer em 1179, mas não apenas a Portugal, mas a toda Península Ibérica. Maiores detalhes em “Estudo de Caso: Espanha – Parte I”.

Surgimento e registro dos cultivares

Os registros dos cultivares já é alguma coisa mais recente, e começou no meio do século XX. O mapeamento genético foi aplicado no início da década de 1990. Nesse curto período de tempo (1960-1990 a 2020), outros cultivares surgiram, contudo, a grande maioria, se não todos, por experiência de cruzamento e melhoria de cultivares existentes. Por exemplo:

SikititaCultivar obtido com o cruzamento entre Arbequina e Picual. Desenvolvida e patenteada pela Universidade de Córdoba – Espanha.

Cruzamento Arbequina e Picual
Montagem com base nas fotos cedidas pelo Viveros Sophie.

Outros exemplos podem ser citados, contudo sem claramente ser informado os cultivares utilizados no desenvolvimento:

Hanzhong 7, Hanzhong 9, Hanzhong 15, Chengdu 22… Esses todos da China.

Observação: Mesmo que sem a intenção de criar um novo cultivar, vários surgiram a partir da reprodução não clonada. Vide mais detalhes em “Como produzir mudas apartir do caroço.

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