Nossa intenção não é descrever a instituição, ou detalhar suas inúmeras atividades e conteúdo. Isso poderia ser facilmente encontrado no site oficial do International Olive Oil Council.
Vamos tentar fazer um resumo da importância desse organismo no mundo da olivicultura, onde certamente ocupa um lugar de destaque tão pronunciado que o torna único em todo mundo.
Leis, regimentos, definição de padrões, descrição de técnicas e variedades, e outra enormidade de dados sobre oliveiras, azeites e azeitonas existem desde muito tempo e em diversos países. Contudo com a missão estabelecida pelo IOC e com a amplitude de ação que eles executam, é absolutamente inédito na história.
O IOC se define: ” O Conselho Internacional do Azeite é a única organização intergovernamental do mundo a reunir as partes interessadas na produção e consumo de azeite e de azeitona de mesa. Isso o coloca em uma posição única como um fórum de discussão autorizada sobre questões de interesse da indústria da azeitona.”
Através de encontros, publicação de artigos relevantes, montagem de uma base de dados e outras ações, o IOC é a principal fonte de conhecimento sobre a Olivicultura atual. Isso não desqualifica outras iniciativas, como a nossa OLIVAPEDIA, pois a estruturação, localização e o “tom” em cada tema abordado enriquece o conhecimento da área. As vezes, também, uma dinâmica diferente de exposição possa se adequar melhor a um determinado leitor. Também temos a questão da extensão das informações da olivicultura. Podemos surpreender com conteúdos exclusivos.
Pequeno histórico
O IOC foi criado em 1959 como um organismo independente para organizar e administrar os acordos mundias do setor. Já na sua criação passou a gerir o acordo estabelecido em 1955 através da ONU. Encontra-se sediado na Espanha – Madri. Nada mais justo considerando que há muito tempo a Espanha produz mais da metade do azeite consumido no mundo.
Ate agora são seis acordos internacionais geridos pelo IOC.
Membros
São 44 membros atualmente, tendo começado com 07 países fundadores (em negrito):
Ana Barbosa
28/11/2024 20:02sou consumidor fanático do azeite de oliva.