Plantar uma oliveira ou um olival é, antes de tudo, um ato de fé!!!

Apenas uma ação reduz o risco inerente a olivicultura: plantar onde no passado um olival tenha sido bem sucedido. No Brasil, contudo, isso não é algo muito fácil de se encontrar…

A incerteza quando se inicia uma plantação de oliveiras é significativa, mas isso não é exclusividade do Brasil. Mesmo no velho mundo sabe-se que duas oliveiras advindas de uma mesma matriz, contudo distantes de forma significativa, podem apresentar resultados muito diferentes.

Nosso objetivo é passar os parâmetros conhecidos para o melhor resultado e, em paralelo, compartilhar o que estamos fazendo em nossa plantação piloto. E, dessa forma, diminuir os riscos de insucesso no futuro. Mesmo assim, ainda há um agravante… um possível insucesso pode tardar vários anos até ser confirmado.

No artigo “Plantio – Parte I”, afirmamos que é possível plantar em regiões tropicais. Contudo, deve-se respeitar as exigências da cultura no que tange a faixa de temperatura, insolação e umidade…

Para começar…

Escolha da muda

Escolha mudas aparentemente saudáveis, sem manchas nas folhas, cochonilha ou com poucas folhas. Dê preferência a mudas bem enraizadas. As maiores, com as raízes bem cuidadas, darão uma resposta mais rápida após o plantio.

A escolha da muda oriunda de uma matriz segura – produtiva e sem doenças – é fundamental. A clonagem limita a diversidade genética, mas melhora as chances de bons resultados, após a longa espera natural do ciclo de frutificação das oliveiras.

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