A Galega Vulgar surgiu em Portugal e atualmente ocupa quase metade da área dos olivais, ou seja: Os azeites portugueses no Brasil são quase todos oriundos desse cultivar.

A Oliveira da Galega Vulgar

Muito difundida em Portugal e também em outros países por sua tolerância a falta de água. É sensível ao frio excessivo, bem como à salinidade e ao excesso de calcário. Possui, em média – baixa capacidade de risogênese, bem como tem dificuldade em enraizar por estacas. Pode ser um bom “cavalo” na enxertia de outras espécies.

No plantio, sugere-se um compasso “largo”. Espaçamento de 12 metros por 12 metros são comuns, principalmente em Portugual, pois desta forma obtém-se uma alta produtividade.

Entra em produção de forma rápida, mas com produtividade alternada. É auto compatível na polinização, e dá melhores resultados com outras variedades. Sua floração ocorre no meio do período, mas madura rapidamente.

A colheita indicada é a manual, pois seus frutos são um tato difíceis de arrancar.

É resistente à verticilose, mas suscetível à tuberculose, lepra e mosca.

A Azeitona da Galega Vulgar

Maior vocação: Azeite e mesa.

É usada principalmente para extração de azeite, embora o rendimento seja baixo.

Fácil descolamento do endocarpo do mesocarpo.

O Azeite da Galega Vulgar

Rendimento por massa de azeitona: 20 a 25%. Contudo, essa informação não se repete na Maria da Fé, originária da Galega Vulgar, que possui rendimento médio de 7%.

Seu azeite é frutado maduro, com notas de tomate e frutos secos e final ligeiramente picante.

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