Muito já foi
falado, aqui e em outros lugares, sobre as vantagens do consumo do azeite extra
virgem. Até mesmo dos benefícios do “apenas virgem” em diversas aplicações.
É a melhor opção,
cru ou para fritura. A exceção é o óleo do abacate, contudo com paladar questionável.
Também é
sabido que o azeite extra virgem possui um preço para aquisição no mercado
maior que os óleos de sementes, muitas vezes proibitivo para uso constante para
a maioria das pessoas. Nesse quesito o óleo do abacate não tem vantagem, pois
possui um preço mais elevado.
Então, qual a evolução da cultura medida em hectares? É sabido que os olivais intensivos e superintensivos estão ganhando força, e que devem ser no futuro a principal forma de cultivo, aumentando a produção e barateando o custo final. Contudo é uma transição lenta devido ao investimento e condições de cultivo (terra plana, irrigação, maquinário, mudas em quantidade, etc.).
Diferenças
entre a olivicultura e culturas de sementes para óleos
Antes de
compararmos a evolução da área plantada de diversas culturas, cabe lembrar de
algumas diferenças características entre os olivais e os campos de semente.
Nos países
onde ocorre um maior consumo , ou ainda onde o consumo está aumentando, a
escolha é feita pelo reconhecimento do valor do azeite, quer seja no sabor,
quer seja nas qualidades nutricionais.
O principal meio de reduzir o custo de produção e disponibilização no mercado, é o aumento da produção. Essa é uma grande desvantagem das oliveiras, mesmo em olivais intensivos ou superintensivos, por quatro motivos:
Ao passo que os grãos produzem anualmente uma safra em sua capacidade máxima, em determinadas condições é possível obter-se até uma segunda s chamada de safrinha.
A oliveira, se precoce, começa a produzir com 3 anos, mas não em sua plenitude. Dando tudo certo isso deve ocorrer aos 10 anos.
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