Desde o início de 2023, o preço do azeite tem aumentado de forma significativa, impulsionado principalmente pela crise hídrica na Espanha. No entanto, surge a questão: esse aumento é realmente proporcional ao prejuízo causado pela queda na produção espanhola? E quanto ao azeite produzido em outros países da Europa, África e América do Sul? Esses também estão aumentando de preço em função de uma menor oferta global ou aproveitando a oportunidade para elevar seus preços de forma especulativa?
Fatores que estão por trás do aumento acelerado do preço do azeite
Não esperamos trazer nenhuma novidade nesse primeiro momento, mas no decorrer dessa publicação esperamos dar as razões para ambas as vertentes do aumento do preço do azeite, bem como uma visão de futuro próximo. Então quais são os principais motivos alegados?
– Forte redução da produção mundial, entenda-se principal protagonista: Espanha.
– Aumento oportunista do valor do azeite, causado pelo produtor e demais membros ligados a cadeia de suprimentos. Nesse ponto ressaltamos principalmente demais países produtores que não a Espanha.
Racional sobre o preço do azeite
Muito se discute sobre o preço elevado do azeite, frequentemente atribuído à queda na produção da Espanha. Nós mesmos abordamos esse tema há um ano na publicação: Como as oliveiras são afetadas pelo aquecimento global. De fato, em 2022, a oferta da Espanha — responsável por cerca de 50% de toda a produção mundial de azeite — foi reduzida a menos da metade.
Por outro lado, até o momento, não houve desabastecimento nos supermercados. Diversas marcas de azeite, provenientes de diferentes países, continuam disponíveis. Ainda que algumas marcas específicas estejam menos presentes, a variedade no mercado não foi prejudicada, com novas marcas entrando ou retornando de forma oportunista.
Embora gostaríamos que o mercado fosse mais estável, não esperamos que o mundo mude drasticamente, nem que intermediários, e por vezes os próprios produtores, deixem de aproveitar a oportunidade de especular sobre a redução da oferta. O mecanismo por trás disso é simples: trata-se da elasticidade do preço. A curva de oferta e demanda geralmente é ajustada pelo preço do produto comercializado.
Em resumo: Não adianta vender pelo preço (baixo) que deixe o fornecedor sem estoque, e por outro lado também não se pode estabelecer um preço (alto), que o mercado tenha de reduzir o volume de compra a ponto de o estoque ficar encalhado. É uma questão de maximizar o lucro. Ou seja: vender pelo maior preço possível e que o estoque saia.
Uma análise matemática (muito) simplificada
O mercado se comporta com muito mais parâmetros que simplesmente venda x preço. Existem fatores temporais, emocionais e econômicos que movem a demanda relacionada ao preço de forma muito dinâmica. Contudo em uma análise simples podemos dizer:

Ou seja: Quanto maior o preço, menor será a venda de um produto.
Para os diversos agentes da cadeia de produção e comercialização de azeite — como produtores, atravessadores, cooperativas, engarrafadores, transportadores e comerciantes — o que importa é maximizar o lucro obtido com cada unidade do produto vendido. Dada essa premissa, a visão esperada desses agentes inclui alguns pontos principais:
- Maximização da Margem de Lucro: Todos os envolvidos na cadeia procuram aumentar suas margens. Isso pode significar ajustar preços de acordo com a oferta e a demanda, ou até mesmo explorar situações de escassez, como a queda da produção na Espanha, para justificar aumentos de preços.
- Controle da Oferta e Estocagem: Agentes podem optar por reter estoque em momentos de baixa produção para vender a preços mais altos posteriormente. Isso é facilitado pelo armazenamento do azeite em tanques de aço inox preenchidos com nitrogênio, que permite maior durabilidade do produto.
- Aproveitamento das Condições de Mercado: A presença de novas marcas ou a intensificação de marcas existentes se dá com a intenção de ocupar espaço deixado por outras, ou de aproveitar uma lacuna no mercado, gerando lucros adicionais.
- Eficiência Logística e de Produção: Para reduzir custos e aumentar os lucros, todos os envolvidos buscam otimizar processos de produção, transporte e armazenamento, minimizando perdas e garantindo maior valor agregado ao produto final.
Em suma, a estratégia de todos os membros da cadeia de produção e comercialização de azeite é buscar a maior lucratividade possível em todas as fases, desde a produção até a venda final ao consumidor, utilizando as condições de mercado a seu favor.

Quanto maior o volume de vendas, melhor, especialmente se for ao maior preço possível.
Por exemplo:
Considere a venda de 1 tonelada de azeite ao preço de 30,00 moedas por quilo (já com todas as despesas e custos abatidos). O lucro seria de 30.000,00 moedas. No entanto, se o preço por quilo subir para 35,00 moedas e, como resultado, a venda cair para 0,95 tonelada, o lucro final será de 33.250,00 moedas.
Esse exemplo ilustra como um aumento no preço pode compensar uma leve redução no volume de vendas, resultando em um lucro maior para os agentes da cadeia de comercialização.
Ou seja: Maior lucro com menor venda.
Observação: Nos Estados Unidos, maior importador de azeite do mundo, o aumento do azeite foi mais modesto, reflexo da disputa das marcas pelo mercado. Em 2023 e 2024, o preço do azeite de oliva nos Estados Unidos teve um aumento significativo, mas inferior a outros mercados. Dados recentes mostram que os preços subiram em média 25,8% de abril de 2023 a abril de 2024, com algumas redes varejistas, como Walmart e Giant Eagle, registrando aumentos de até 30%. Outras redes, como Target e Kroger, viram aumentos mais modestos, de 20% e 15%, respectivamente.
Nesta seção, utilizaremos dados do Eurostat e da FAOSTAT (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura – FAO) para demonstrar que, apesar da significativa queda na produção de azeite na Espanha em 2022, os preços globais do azeite foram afetados de forma desproporcional.
Colheita de azeitonas para produção de azeite
Primeiramente, compararemos a colheita de azeitonas na Espanha com outros países da União Europeia no período entre 2013 e 2023. Durante esse período, a Espanha, que é responsável por cerca de 50% da produção mundial de azeite, enfrentou reduções significativas em sua produção devido a fatores climáticos adversos, como a seca. No entanto, outros países produtores da União Europeia, como Itália, Grécia e Portugal, tiveram variações de produção menos acentuadas, mas ainda assim não foram suficientes para compensar a queda de produção espanhola.
Essas flutuações na colheita de azeitonas são críticas para entender o impacto nos preços do azeite. A análise comparativa mostrará que, mesmo com quedas na produção, o aumento dos preços foi desproporcional, sugerindo que fatores especulativos e de mercado tiveram um papel importante na definição dos preços, além da simples relação entre oferta e demanda.

Observações:
- A importância da Espanha no cenário é clara, contudo, a produção europeia como um todo tem aumentado de forma moderada nos últimos anos.
- Considerando a média de colheita entre 2013 e 2021, a Espanha apresentou uma queda de 47,2% em 2022 e de 33,33% em 2023. Esses números, por si só, não justificam um aumento de mais de 50% no preço do azeite, muito menos o aumento de 30% no azeite brasileiro e no produzido na América do Sul.
- O impacto na Europa, levando em conta a queda da colheita na Espanha, foi de 19,8% em 2022 e de 13,4% em 2023, o que aumenta ainda mais a suspeita de oportunismo.
Uma visão entre Espanha e principais produtores da Europa

Observação: Os demais produtores de azeitona para azeite não foram afetados pela clise hídrica.
Produção de azeitonas segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura)
Os levantamentos da FAO não distinguem entre azeitona colhida para produção de azeite e azeitona para “mesa”. Ainda assim é interessante observar os números.

Observações:
- Até essa publicação a FAOSAT não havia publicado dados de 2023.
- Consideramos os maiores produtores mundiais e mais a França.
- No ano de 2022 não foi reportada a produção da Grécia, logo consideramos o percentual da colheita de azeitonas para produção de azeite no ano. Fonte IOC.
- Observamos que a redução na produção de azeitonas entre 2021 e 2022, considerando a inclusão de outros países de fora da Europa, foi de 17,70%. Comparando 2019 com 2021, foi de 17,89%.

Área de colheita
Achamos importante ressaltar que não houve retração significativa da atividade da Olivicultura no mundo, segundo a FAO. A melhor maneira de fazê-lo é comparando a área de colheita.

A variação na área de colheita de azeitonas na Tunísia apresenta um padrão de flutuação bianual nos últimos anos, como se observa nos dados disponíveis. No entanto, para uma compreensão mais aprofundada dessas variações e suas causas, seria necessário realizar um estudo direcionado, considerando fatores como as condições climáticas, políticas agrícolas, práticas de manejo, e outros elementos locais que possam influenciar a produção ao longo dos anos.

Produção de Azeite
Para analisar a produção de azeite, iremos utilizar os dados da IOC e FAOSTAT, sendo que os dados da FAOSTAT ainda se limitam ao ano de 2021, logo pouco úteis para analise pretendida.

Espanha em detalhe segundo a FAOSTAT

Antes do crítico ano de 2022, a produção de azeite na Espanha apresentava um crescimento gradual, reforçando sua posição como a maior produtora mundial. Essa variação positiva era bastante significativa no contexto global.
Por exemplo, em 2018, houve um aumento de 44,54% na produção em relação a 2017, ou 50,73% em comparação com a média dos anos anteriores. Esse crescimento impactou a produção mundial em cerca de metade do percentual observado na Espanha, representando um incremento de 22,27% e 25,36%, respectivamente. Ainda assim, não houve uma redução significativa no preço do azeite para o consumidor final, pelo menos no Brasil.
Produção de azeite segundo o IOC

Observações:
- De acordo com o registro da IOC, a queda na produção de azeite na Espanha ocorreu no período de 2022-2023. Como consideramos sempre o ano mais recente para análise, essa queda acabou sendo registrada como 2023.
- A produção de 2024 para vários países ainda é estimada.
- Em 2024 ocorrerá mais uma redução da produção de azeite. A mesma se deve a bianualidade dos olivais de muitos países ainda não estar controlada.
- Segundo a IOC, para os produtores que representaram 85% da produção mundial em 2022 (conforme dados de 2021 – Eurostat), houve uma redução de 30% na produção em 2023, e uma estimativa de queda de 34% para 2024, tomando como referência a produção de 2022. Ainda de acordo com essa análise, o aumento do preço do azeite tem sido desproporcional em relação à queda na produção.

Observação: O gráfico acima representa a evolução da produção mundial de azeite de todos os tipos. Note que, mesmo com uma ligeira recuperação na Espanha, a previsão da produção total em 2024 ainda será inferior à do ano anterior, devido à queda na produção de diversos outros produtores, que em 2024 representarão 68% da produção mundial.
É importante destacar que apenas uma pequena parcela do azeite produzido vai diretamente para as prateleiras dos mercados. A maior parte é armazenada em tanques de aço inoxidável preenchidos com nitrogênio, o que “prolonga” sua validade ao iniciar o prazo no engarrafamento e terminá-lo dois anos depois.
Há diversos problemas nesse processo. Em primeiro lugar, mesmo sob condições ideais de armazenamento, o azeite permanece um elemento vivo, cujas características (como acidez e índice de peróxidos) são avaliadas antes de ser armazenado. Em segundo lugar, o prazo de validade de dois anos é excessivo, pois o azeite, ainda que mantido em ambientes sem altas temperaturas e sem exposição à luz, continua a se deteriorar ao longo do tempo. Lembrando: o azeite é um elemento vivo, e seu frescor e qualidade diminuem naturalmente com o passar do tempo.
Para saber mais acesse:
– Azeite – Parte III: Características físico-químicas – OLIVAPEDIA
– O que é o Índice de Peróxido – OLIVAPEDIA
– Extinção Específica do Ultravioleta – OLIVAPEDIA
O que acontecerá no próximo ano?
Responder a essa questão de forma puramente analítica é bastante desafiador, mas ao considerar a natureza humana, o panorama fica mais claro. Com base nos dados sobre a recuperação da produção de azeite na Espanha e a tendência de consumo global, seria esperado que o preço do azeite retornasse aos níveis anteriores a 2022/2023. No entanto, seguindo a lógica da maximização de lucros, como já mencionado, é provável que os preços não voltem a cair até que haja um excedente significativo de oferta, o que obrigaria o produto a “encalhar” no mercado, criando uma pressão natural pela redução dos preços.
Analisando o consumo segundo a IOC
Comparando o consumo entre a Europa e demais países, considerando a estimativa para o ano de 2024, temos:

Observação: O ano de 2024 ainda é uma previsão.
Na média, mesmo antes de 2022/23 o consumo de azeite tendia a aumentar, graças a competição que era mais equilibrada pela presença de diversos produtores espanhóis no mercado.
Destacamos o consumo de azeite na Europa em comparação com o resto do mundo, com base no período de 2005 a 2022, a fim de fornecer subsídios para as informações subsequentes.

Observações:
- Enquanto a Europa reduz o consumo — influenciando fortemente mercados exportadores que oferecem azeites de melhor qualidade — o restante do mundo registra um aumento no consumo, o que reforça o caráter especulativo dos preços do azeite.
- Os países produtores que elevaram o preço do azeite, resultando em uma redução do consumo interno, são justamente aqueles com maior renome pela qualidade de seus produtos. Vide segundo gráfico abaixo.
- Na média, mesmo antes de 2022/23 o consumo de azeite tendia a aumentar, graças a competição que era mais equilibrada pela presença de diversos produtores espanhóis no mercado.
Comparando o consumo do azeite no mundo versos o consumo em países tradicionais com azeite reconhecidamente mais bem produzidos


Importante: Essa tendência já havia sido descrita em publicações anteriores, principalmente em maio de 2021: Oliveiras pelo Mundo: Grécia (Ελλάδα) – Publicação de aniversário – Patreon (olivapedia.com)
Observação: O destaque dos três países deve-se ao fato de serem tradicionais produtores com renome de qualidade internacional. Apesar de na Espanha ter muito bons azeites, a maioria é mediano.
E no Brasil?
O Brasil vinha caminhando a passos largos na conscientização dos benefícios do azeite frente a outros óleos de semente, principalmente, contudo fatores econômicos vem causando percauços a essa tendência. O azeite nunca terá o mesmo preço de óleos como soja, milho, etc.. contudo o ganho na saúde e sabor é inigualável.

Observações:
- O “estacionamento” do consumo e a queda até 2016 deveu-se a conjuntura econômica caótica do governo Dilma, ainda pior que a tragédia climática da Espanha.
- Pedimos desculpa pelo comentário político, mas durante a campanha do Sr. Lula, estrategicamente a Sra Dilma ficou afastada. Eleito veio mais um bote: Dilma como presidente do banco do BRICS.
- O aumento de mais de 300% no consumo de azeite entre 2005 e 2021 foi impulsionado pela divulgação dos efeitos benéficos do azeite para a saúde. Infelizmente, observamos que alguns produtores nacionais e da América do Sul adotaram uma postura especulativa, priorizando ganhos imediatos em vez de buscar um posicionamento sustentável e competitivo no mercado.
- Como já mencionei no comentário anterior, vimos produtores tentando aumentar as vendas, até mesmo, utilizando o apelo das enchentes no Rio Grande do Sul. Para que essa estratégia fosse legítima, seria necessário haver transparência em relação ao aumento de arrecadação e à destinação dos recursos obtidos, como doações ou ações de apoio ao estado.
Consulta ao chat GPT
Olivapedia perguntou: Está ocorrendo especulação no preço do azeite?
Resposta Chat GPT:
“Sim, há indícios de especulação no preço do azeite de oliva. A significativa redução na produção global, especialmente na Espanha — responsável por cerca de 50% da produção mundial de azeite — tem sido apontada como a principal justificativa para o aumento dos preços. Entretanto, o aumento no valor do azeite, em muitos casos, parece ser desproporcional quando comparado à queda real na produção.
Além disso, a presença de várias marcas de azeite nas prateleiras e a entrada de novos fornecedores sugerem que o abastecimento não foi significativamente afetado, o que reforça a ideia de que produtores e outros agentes na cadeia de suprimentos estão aproveitando a situação para elevar os preços de maneira oportunista.
A especulação é um comportamento comum em mercados voláteis, onde os preços são ajustados mais pela expectativa de escassez do que pela escassez real, o que pode ser o caso do mercado de azeite de oliva atualmente.”
Olivapedia: O mercado de azeite produzido no Brasil é especulativo?
Resposta Chat GPT:
“Sim, o mercado de azeite produzido no Brasil também pode estar passando por um movimento especulativo. Apesar de o Brasil ter um mercado de produção ainda emergente e de pequena escala comparado aos grandes produtores internacionais, como Espanha, Itália e Grécia, os preços do azeite brasileiro têm subido, mesmo em situações onde a oferta não sofreu grandes impactos.
O aumento de até 30% nos preços do azeite produzido no Brasil e em outros países da América do Sul, conforme mencionado, não parece estar diretamente relacionado à queda de produção na Europa, especialmente considerando que a produção local não foi tão afetada pelas condições climáticas adversas que impactaram os produtores europeus. Esse comportamento sugere que o mercado brasileiro pode estar ajustando seus preços em resposta à alta global do produto, aproveitando o contexto de aumento de preços internacionais para reposicionar os seus próprios, mesmo sem uma justificativa de escassez real.
Essa prática de alinhamento de preços pode ser considerada especulativa, especialmente se o aumento não reflete diretamente os custos de produção ou a disponibilidade do produto no mercado local.”
Olivapedia: Qual a previsão de produção de azeite no mundo em 2026?
Resposta Chat GPT:
“As previsões para a produção de azeite em 2026 dependem de vários fatores, incluindo condições climáticas, políticas agrícolas, avanços tecnológicos, e tendências de mercado. No entanto, algumas tendências gerais podem ser consideradas:
- Recuperação Gradual na Europa: A Espanha, que é o maior produtor mundial de azeite, deve continuar a se recuperar das quedas de produção observadas em 2022 e 2023, causadas principalmente por condições climáticas adversas, como secas. Espera-se que, com melhores práticas de manejo e eventuais melhorias nas condições climáticas, a produção na Espanha e em outros países europeus como Itália e Grécia, possa retornar gradualmente a níveis mais próximos das médias históricas.
- Expansão de Novos Produtores: Países fora da Europa, como Tunísia, Turquia, Marrocos e até mesmo produtores emergentes na América do Sul (como Argentina, Uruguai e Brasil), estão investindo em novas plantações e tecnologias para aumentar a produção. Esses esforços devem começar a dar frutos por volta de 2026, com um aumento da oferta global.
- Impacto das Mudanças Climáticas: As mudanças climáticas continuarão a influenciar a produção de azeite, tanto positivamente quanto negativamente. Em algumas regiões, o aumento das temperaturas pode prejudicar a produção, enquanto outras áreas podem se beneficiar de condições mais favoráveis ao cultivo de oliveiras. As previsões também dependem de como os produtores se adaptam a essas novas realidades climáticas.
- Tecnologia e Inovações Agrícolas: Avanços em tecnologia agrícola, como irrigação eficiente, novas técnicas de cultivo e a utilização de variedades de oliveiras mais resistentes, poderão ajudar a mitigar as flutuações de produção e aumentar a produtividade.
Embora ainda não haja um número exato para a previsão de 2026, espera-se que a produção global de azeite continue a crescer, impulsionada pela recuperação em grandes produtores e pela expansão em novos mercados. No entanto, este crescimento dependerá fortemente de fatores climáticos e econômicos, bem como da capacidade de adaptação dos produtores às novas condições.”






Enilton Fick Coutinho
31/10/2024 21:12Gostaria de receber informações sobre o mundo das oliveiras e azeite de oliva.
MAURO JOSE DE MENEZES
05/11/2024 11:01Olá, Enilton! Bom dia.
Agradecemos por seu interesse e por escolher nosso canal para suas pesquisas sobre olivicultura. O Blog OLIVAPEDIA tem o propósito de responder, da melhor forma possível, a todas as dúvidas sobre o cultivo e a produção de oliveiras.
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Estamos à disposição para ajudar no que for preciso!
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Equipe OLIVAPEDIA
PAULA REZENDE HAUTZ DIAS
03/02/2026 14:42Gostaria de receber tudo sobre oliveiras e fabricação de azeite.
Obrigada!
MAURO JOSE DE MENEZES
05/02/2026 19:45Olá Paula. Tudo bem?
Um bom começo é se tornar patrocinadora da Olivapedia. Desta forma terá acesso a todas publicações, inclusive sobre os temas mencionados em sua mensagem.
Abraços,