Os primeiros imigrantes, já na época das capitanias hereditárias e, posteriormente, durante os “Governos Gerais”, traziam mudas de oliveiras para o Brasil, dando início ao cultivo e produção para consumo próprio. Infelizmente, a coroa Portuguesa, observando a ameaça da produção que se iniciava na colônia e que poderia competir com o azeite produzido em Portugal, mandou que as oliveiras fossem derrubadas!
Poucas mudas restaram das árvores plantadas. A maioria próximas a igrejas e capelas.
Seguiu-se ao monopólio real do consumo do azeite português a “esperteza” de importadores portugueses. Esses “criaram” o fato de o Brasil não ser uma terra propícia para a olivicultura. Assim, por muito tempo, o país só conhecia azeites e azeitonas que vinham de Portugal.
Ainda assim, surgiram alguns olivais com mudas trazidas por imigrantes açorianos para o sul do país, no Rio Grande do Sul. Contudo, foi apenas com as ondas imigração ocorridas após a segunda guerra mundial que a cultura voltou a ter alguma atenção, inclusive com o plantio de oliveiras no sul de Minas Gerais – polo que mais cresce no Brasil atualmente.
Atualmente, diversas cidades tem se destacado no esforço de colocar o Brasil no mapa da produção de azeitonas e de azeite de oliva. Em Pinheiro Machado, no Rio Grande do Sul, localiza-se a maior plantação produtiva do Brasil, com 320 hectares. No total, são 1.700 hectares em todo estado (dados de 2015), com a maior concentração de olivais na região da Campanha.
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