Antes de proceder a leitura dessa publicação, pedimos considerar:
Logo após o fechamento da primeira verão dessa publicação, a Europa vem sendo assolada por tempestadas anormais, inclusive em regiões de grande produção de azeitona.
Diferente das notícias que alertavam para uma quebra de produção na safra de 2024/2025 justamente pelo excesso de chuvas, o que não ocorreu, esse ano o quadro é muito mais grave.
Publicaremos o mais breve possível o que já é conhecido para o ano de 2026.
Segue a publicação original de 01º de fevereiro de 2026
Não há mais de se questionar a qualidade do óleo que as oliveiras produzem. Qualquer tentativa é uma reedição da campanha criada no início do século XX, onde a industria forçou o consumo de óleos vegetais resíduos do processamento de sementes.
O problema encontra-se capacidade e regularidade da produção, principalmente da maior fornecedora mundial — A Espanha.
A Espanha ainda não se recuperou totalmente dos efeitos causados pela crise climática e estrutural da seca que assolou seus olivais na temporada de 2022-2023. De uma produção aproximada de 1,5 milhões de toneladas em 2021-2022, sua produção na crise hídrica caiu a menos da metade — aproximadamente 600 mil toneladas.
Esquerda: Vista do fundo do reservatório de água de Llosas del Cavall, em Sant Llorenc de Morunys Nacho Doce – Reuters Direita: Igreja submersa na Espanha a 23m desde 1962 – Foto Emilio Morenatti – AP Photo
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